

António Pires
"Os DIABO A SETE editam agora o seu segundo álbum (tarAra * * * * Atrás dos Barrocos), um disco em que a banda de Coimbra se assume também como um colectivo de (excelentes) compositores e em que os temas tradicionais são muito menos do que em Parainfernália, o disco de estreia. A tradição ainda está lá, como inspiração primeira e na utilização de alguns instrumentos (bandolim, gaita de foles, sanfona...), mas há agora mais rock, mais jazz, mais influências das "world musics". E algumas canções magníficas - da interventiva "Paraíso Fiscal" à maravilhosa e irónica "Canto das Virgens Provisórias", a um poderoso "Bicho do Mato" puxado a cavaquinho, e ao divertido "Floripíadas" (com Julieta Silva a partilhar vozes com Carlos Guerreiro). Não sei se isto poderá soar a heresia mas... se há uma banda herdeira da Banda do Casaco, apesar da fortíssima concorrência de outros grupos, essa banda chama-se Diabo a Sete."

Luís Rei
Durante esta hora, conversamos com três dos sete diabos de Coimbra: Hugo Natal da Luz (percussões), Pedro Damasceno (cavaquinho, bandolim, concertina e flautas) e Miguel Cardina (bateria). (ler mais)

Luís Rei
Este é um disco mais enérgico e uma folk mais autoral e interventiva (oiça-se “Paraíso Fiscal”), cujas letras são maioritariamente escritas pelo baterista Miguel Cardina... (ler mais)



Rui Dinis
Três meses e meio depois de ter dado por aqui a novidade, vi-me cercado por uma forte vontade de regressar aos Diabo a Sete e o seu álbum de estreia “Parainfernália”. Não é já sequer um segredo, que a música tradicional portuguesa passa por um dos seus momentos mais luminosos; seja pelos que situam privilegiadamente no campo do fortalecimento das raízes tradicionais; seja pelos que se situam no campo da reinvenção, do cruzamento de géneros e formas - árdua, mas estimulante tarefa esta última.
Num ano que já conhecera a nova e interessante proposta dos Chuchurumel (”Posta Restante”, Edição de Autor, 2007), Diabo a Sete faz uma transição tranquila e equilibrada entre estas duas posturas - por coincidência - ou não, é a sanfona de Julieta Silva que se cruza nos dois projectos.
Na verdade, “Parainfernália” marca a estreia dos Diabo a Sete de uma forma fulgurante. Grupo de Coimbra formado em 2003, composto por Pedro Damasceno (concertina, flautas, bandolim e cavaquinho), Julieta Silva (voz, sanfona e concertina), Luísa Correia (viola), Celso Bento (flautas e percussões), Miguel Cardina (percussões), Eduardo Murta (baixo) e Hugo Natal da Luz, como músico convidado, os Diabo a Sete produziram um disco de uma simplicidade absolutamente genial; de uma criatividade sentida nos pequenos pormenores e no uso equilibrado dos variadíssimos instrumentos. É da beleza dos arranjos, da leveza e singeleza que lhe são inerentes, que brota parte da magia de “Parainfernália”. Sem renegar influências, o sexteto de Coimbra parte para um belo disco; um disco de descoberta, onde o folk, se cruza até com o rock, o reggae e outras sonoridades mais ou menos clássicas…sempre com aquela naturalidade. E sempre com aquela voz.
Já o tinha dito antes e repito-o: “Diabo a Sete têm em “Parainfernália”
uma experiência musical fantástica, uma viagem apaixonada pelos recantos
da música popular, tradicional, portuguesa ou do mundo; do antigamente, do
hoje, sempre em fusão. Num esforço de reinvenção constante“. Pela forma
como partindo da folk nacional, o grupo se espraie pelo país musical,
pelos recantos sonoros deste rectângulo, ora puxando de alguns temas do
cancioneiro popular, ora puxando de alguns dos seus originais, e se
reinventa, é com estrondo que nos deixamos envolver, com paixão, pelo
ritmo e pela melodia destes Diabo a Sete.
Pelo prazer de reviver; pelo prazer crescer…
SARA LOURAÇO VIDAL
Éco espírito endiañado que descubrimos a sonoridade do grupo portugués Diabo a Sete, no seu primeiro traballo discográfico Parainfernália, que eles propios definen como unha reinvención da música tradicional portuguesa.
Efectivamente, este sexteto de Coímbra presenta unha abordaxe bastante característica e un entendimento innovador no modo de recuperar as raíces musicais, transformándoas en melodías actuais e non simples memorias dun pasado, por veces, non moi distante.
As almas inquietas de Diabo a Sete pretenden ir máis lonxe e romper cos padróns estéticos máis puristas e clasicistas, compaxinando o tradicional e o folk co rock e o reggae, tanto a nivel dos arranxos, como dos instrumentos utilizados (do cavaquinho e da zanfona ao baixo eléctrico e á bateria), sen desvirtuar a beleza intrínseca das notas soltas polos cancioneiros populares de norte a sur do país: desde o Algarve ata Trás-os-Montes, pasando pola illa da Madeira.
Por outra banda, á parte deste traballo de recolla, os temas orixinais da agrupación tamén son unha constancia de natural encanto, denotando o coñecemento que os elementos de Diabo a Sete teñen sobre a música étnica e a influencia que outros recoñecidos músicos exercen sobre eles, como por exemplo Brigada VÍctor Jara ou Júlio Pereira. O certo é que, actualmente, se confirman como un dos grupos máis prolíferos no panorama musical portugués, conquistando público e crítica. Ademais, podemos considerar que este disco é o responder a unha necesidade sentida nos concertos de perpetuar a súa enerxía, especialmente após á participación no concurso Eurofolk 2006 en Málaga, no cal marcaron presenza ata a final, gañando, así, maior proxección mediática, inclusivamente a nivel internacional. A expresión Diabo a Sete significa disparate e confusión, calquera cousa incontrolable, e conscientemente ou non, este grupo vai revolucionando o folk en Portugal, imune a todo o tipo de exorcismos e conxuros.

Difundida no dia 20 de Outubro de 2007, entre as 17 e as 18 horas , na Rádio Urbana (Castelo Branco - 97.5 FM; Fundão, Covilhã e Guarda - 100.8 FM), vai de novo para o ar na quarta-feira, 24 de Outubro, entre as 21 e as 22 horas, sendo reposta três semanas depois (10 e 14 de Novembro) nos horários atrás indicados.
Os Diabo a Sete a abrirem a emissão com a “Dança dos Camafeus”, um dos temas vulcânicos que fazem parte da “Parainfernália”, álbum de estreia do grupo, lançado este ano, e onde é convidado o músico Hugo Natal da Luz. Surgidos em Coimbra em 2003, os Diabo a Sete dizem ser uma espécie de cozido à portuguesa, embora com menos couves e mais enchidos. Das adaptações do cancioneiro nacional aos originais de inspiração popular, eles procuram reinventar a música tradicional portuguesa tomando como referência principal formações como o GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e a Brigada Victor Jara. Caminhos escaldantes que depois se alargam a recantos acústicos endiabrados como o rock, o reggae, a música celta ou as danças europeias. Com percursos diferentes mas um gosto comum pela música étnica do seu país, Pedro Damasceno, Celso Bento, Eduardo Murta, Julieta Silva, Luísa Correia e Miguel Cardina misturam os sons da sanfona, da concertina, da flauta, da gaita-de-foles, do bandolim, do cavaquinho e da guitarra com os da bateria, das percussões e do baixo eléctrico. Um cruzamento entre o passado, o presente e o futuro, onde se reinventam ritmos, melodias e instrumentos de outros tempos. No dia 27 de Outubro, os Diabo a Sete vão estar na Mostra de Música Tradicional de Moreda de Aller, nas Astúrias (Espanha), e entre 19 e 25 de Novembro no Festival Juvenil Europeu de Ankara, na Turquia.

NOVIDADES|"Parainfernália" - Diabo a Sete
Somos uma espécie de cozido à portuguesa, com menos couve e muito mais enchidos..." (fonte: press-release) - misterioso e com graça.
Chama-se "Parainfernália" e marca a estreia dos Diabo a Sete - e que estreia, grupo de Coimbra formado em 2003 e composto por Pedro Damasceno (concertina, flautas, bandolim e cavaquinho), Julieta Silva (voz, sanfona e concertina), Luísa Correia (viola), Celso Bento (flautas e percussões), Miguel Cardina (percussões), Eduardo Murta (baixo) e Hugo Natal da Luz como músico convidado. Os artistas estão apresentados.
Depois e pelo que se pode já ouvir no MySpace, os Diabo a Sete têm em "Parainfernália"
uma experiência musical fantástica, uma viagem apaixonada pelos recantos
da música popular, tradicional, portuguesa ou do mundo; do antigamente, do
hoje, sempre em fusão. Num esforço de reinvenção constante, movimento de
ritmos e melodias incessante, "Parainfernália" parece ter algo de novo, de
excitante...
...muito excitante.

António Pires
Júlio Pereira, Diabo a Sete e Stockholm Lisboa Project - As Viagens da Música Portuguesa
Uma nova fornada de discos portugueses ocupa hoje o - agora recuperado depois de uma intensa época de festivais - espaço de «crítica» discográfica do Raízes e Antenas: o novo álbum de Júlio Pereira e os álbuns de estreia dos Diabo a Sete (na foto) e do Stockholm Lisboa Project. Todos a porem a música portuguesa - de raízes variadas - em diálogo com outras músicas.
DIABO A SETE
«PARAINFERNÁLIA»
Açor/Megamúsica
É uma coincidência feliz falar do (lindíssimo!, diga-se desde já) álbum de estreia dos Diabo a Sete a seguir ao novo álbum de Júlio Pereira. E é-o porque Pereira é, sem dúvida, uma influência decisiva na música deste grupo de Coimbra: tanto no uso dos cordofones como na sua abordagem à música tradicional portuguesa e na sua abertura a outras músicas. Mas essa influência, se bem que importante, é apenas um dos elementos da música feita pelos Diabo a Sete. Partindo muitas vezes do cancioneiro popular (Madeira, Trás-os-Montes, Alentejo, Algarve...) mas aventurando-se também em muitos temas originais mas de inspiração tradicional - quase todos de Pedro Damasceno (o homem dos cordofones e da concertina) -, os Diabo a Sete seguem depois por inúmeros caminhos que tanto os levam ao rock como ao reggae como à chamada «música celta» como às «danças europeias», mas sempre com um bom-gosto, uma leveza, uma facilidade (no bom sentido da palavra, isto é, no sentido de «naturalidade») e uma beleza genuínos. Peças fundamentais no som do grupo são, para além dos instrumentos tocados por Damasceno, a voz e a sanfona de Julieta Silva (ela também dos Chuchurumel), a gaita-de-foles de Celso Bento e uma secção rítmica rara neste tipo de projectos: o baixo eléctrico de Eduardo Murta e a bateria de Miguel Cardina, que se remetem quase sempre a uma posição discreta mas fundamental para a coesão do resultado final. E se não destaco aqui um ou outro tema, a razão é simples: porque este é um álbum para ouvir do princípio ao fim, sem pontos mortos ou temas menos interessantes. Um álbum importante. (8/10)


Paulo Marques
“Parainfernália” de Diabo a Sete
Diabo a Sete é um projecto de paixões, que oscila entre a tradição popular
e a música urbana. Amanhã apresentam o seu primeiro CD no Gil Vicente.
“Parainfernália” é o nome do primeiro disco dos Diabo a Sete. Mistura sons
da tradição musical portuguesa com alguma modernidade. Nas palavras dos
músicos, há aqui uma atitude estética de fusão entre a música popular,
enquanto coisa viva, entenda-se, e as vivências contemporâneas e urbanas
de cada um. Uma gravação que reflecte, afinal, o percurso e a
idiossincrasia da banda: quatro anos a construir um espaço de arte muito
próprio, em que o referencial de base se identifica com o território que
grupos como o Gefac e a Brigada Victor Jara desbravaram
O resultado deste amor à música, devidamente (des)embrulhado, claro, é
levado amanhã ao palco do Teatro de Gil Vicente. Trata-se de um concerto
único, em que os doze temas de Parainfernália farão soltar os sons ternos
e maduros da sanfona e da concertina, das flautas e da gaita-de-foles, do
bandolim e do cavaquinho, das percussões e do baixo eléctrico. Por falar
em percussões, registe-se que o espectáculo conta com um convidado-extra:
os Rebimbomalho, grupo de bombos do Ateneu de Coimbra, numa espécie de
Quando criam, os Diabo a Sete são, basicamente, som. Quase sempre
dispensam o canto, não obstante a voz sedosa de Julieta. “O Pedro
[Damasceno] chega com temas instrumentalmente muito fortes”,
justificam-se. Palavras para quê, então?
Desde 2003 que o projecto Diabo a Sete se cruza com a vida de outros tantos músicos. Alguns dos fundadores tinham, já, estado nos Borda-d’água, e ensaivam na Sé Nova, em espaço cedido pelos escuteiros. Outros passaram e formaram-se no GEFAC. Em 2004, entretanto, saíram uns e entraram outros. Depois, instalaram-se em plena Sé Velha, beneficiando do acolhimento dessa verdadeira casa de cultura que é, hoje, o Ateneu de Coimbra.
A actual composição da banda estabilizou-se, precisamente, nessa altura.
São jovens. Cada um com a sua formação e com a sua profissão. Só a Julieta
é música a tempo inteiro. Há um engenheiro e uma arquitecta, um operador
de águas e um investigador universitário e até um jardineiro. Como
convidado especial um físico, em fase adiantada de doutoramento. Como diz
a Luísa, todos diferentes e todos igualmente apaixonados.
No ano passado, os Diabo a Sete envolveram-se numa aventura única, que os
haveria de aproximar, de forma decisiva, do mercado discográfico. Foi em
Málaga, no Sul de Espanha, onde a banda participou no festival
Eurofolk’06, depois de ter ganho a eliminatória portuguesa. Foi na cidade
andaluza que Emiliano Toste, produtor e proprietário da Editora Açor,
conheceu os jovens conimbricenses e logo os convidou a gravarem. O
resultado aí está.

23 de Junho de 2006
Jornal "Público"
Maria João Lopes
“Sete diabos vão enfeitiçar a cidade”
São um bando deles - sete ao todo - e já há algum tempo têm percorrido vários locais para espalhar uma almejada maldição sobre a música portuguesa de raiz tradicional. Chamam-se Diabo a Sete e apareceram no início de 2003 em Coimbra com "vontade de tocar e reinventar a música portuguesa de raiz tradicional". Entretanto, já deram inúmeros concertos, desencaminharam santos, venceram desafios. Seita? Crença? "Acreditamos que os ritmos e melodias que tocamos e que ouvimos por todo o país, seja em recolhas, seja no labor musical de outros grupos, não são meros ecos de um passado mumificado. Traduzem, isso sim, uma forma de interpretar a riqueza musical do nosso país, feita de permanências, esquecimentos e cruzamentos fecundos com outras culturas", escrevem no blogue http://diaboasete.blogspot.com/. É música portuguesa. Música que afinal está viva, mesmo que - e já se disse isto de outras músicas - quem a ouça esteja condenado ao inferno. É a brincar. Os Diabo a Sete são os instigadores de um grande festim despretensioso. "Se o lustro que habitamos é aquilo a que se convencionou chamar música tradicional, não o fazemos, contudo, com o intuito de recuperar uma pretensa "pureza perdida" ou de tratar em termos de rigor "científico" as sonoridades e os instrumentos". O que eles fazem é trabalhar sobre "ritmos e sons já outrora esboçados" com o intuito de fazê-los "reviver", através das suas experiências e do "prazer" que sentem em tocar. "É com estes ingredientes que pretendemos agitar um caldeirão antigo e de lá extrair algo de novo."

22 de Junho de 2006
Programa de rádio “Sopa de
Pedra”
Rádio Universitária do Algarve
Carlos Norton
(…) A outra banda foi talvez uma
das maiores surpresas, por ser uma das bandas mais recentes e que nem todos
conheciam e vieram precisamente de Coimbra e são os Diabo a Sete, (…)

Interfolk, nº31, 2006, p.42
Somos una especie de cocido a la
portuguesa, con más o menos col y mucho más embutido". Surgen en 2003, en
Coimbra con la voluntad de tocar y reinventar la música portuguesa de raíz
tradicional. Sus ritmos y melodías son su propia siembra y también recogen
la labor musical de otros grupos, sin ser el mero eco de un pasado
momificado. No pretenden recuperar "la pureza perdida" ni tratar con rigor
científico las sonoridades y los instrumentos. Es un grupo consistente,
muy creativo y original.

20 de Junho de 2006
Site FolkMagazine | http://www.folkmagazine.info
“A revelação Diabo a Sete”
Feito o teste de som, ditou o sorteio que seria a banda de Coimbra, Diabo a Sete, a abrir as «hostilidades» e o ensemble de Julieta Silva, Pedro Damasceno e companhia fez questão de pôr o júri a «coçar» na cabeça logo de início. A banda conimbricense era dada à partida como a menos conhecida mas o projecto (folk a fugir para o rock) mostrou criatividade e consistência, com uma mão cheia de originais. O grupo, que raramente actua fora do Ateneu de Coimbra, tem mais que motivos para se mostrar, a partir de agora, e é grande candidato ao estatuto de banda revelação do ano em Portugal.

18 de Junho de 2006
Blogue
Rodobalho | Oficina de danças tradicionais europeias
Post em http://rodobalho.blogspot.com
André Dias
São sete. Sete em palco, a endiabrar até que o público suplique pela paz de
sete palmos de terra. Avisa-se já: este é um texto tendencioso,
objectivamente tendencioso. Dou de fraco: sou fã dos diabos.
A forma que dão aos pedaços com origem por esse país fora, não respeita os
preconcebidos, os pré-qualquer coisa. São sete, mas muitos mais são os anos
que cada um e em conjunto escutaram, sentiram e reconstruíram as melodias
que viajam por aí, pela voz [quantas vezes desafinada] de quem sente o que
canta. Mas isto pouco importa. O bom é que subam a palco [se houver] e que
meio mundo dance com os ritmos inebriantes, que nem um único pedaço de corpo
fique indiferente aos sabores que nos oferecem os instrumentos e a voz da
Julieta.
São sete, sem regras, com muitas tentações e sempre à espreita, como bons
diabos da música que são!

11 de Junho de 2006
Blogue Santos da Casa
– RUC
Post em http://santosdacasa.blogspot.com/
Os Diabo a Sete surgiram no início de 2003 em Coimbra e formaram-se a partir da vontade de tocar e reinventar a música portuguesa de raiz tradicional. Acreditando que os ritmos e melodias que tocam e ouvem não são meros ecos de um passado mumificado, este grupo traduz uma forma de interpretar a riqueza musical do nosso país, feita de permanências, esquecimentos e cruzamentos fecundos com outras culturas.

25 de Abril de 2006
Blogue Bala Perdida –
Produtora Independente de Audiovisuais
Post em http://bala-perdida.blogspot.com
El Mariachi
Ontem, devido a motivos profissionais, a equipa da BP deslocou-se ao Ateneu para assistir e registrar para a posteridade o concerto dos Diabo a Sete. (…) Quanto ao concerto, foi mais uma celebração do poder do groove dos clássicos tugas, desde o zeca até coisas que não faço a mínima ideia (seria o Geronimo Jackson?), incitando a malta ao mosh pacífico e ao levantamento do punho até sangrar. (…)

28 de Novembro de 2005
Blogue Matarbustos
Post em http://matarbustos.blogspot.com/
Carlos Daniel Abrunheiro
“Celebrar a cultura e a cidadania em Coimbra”. Parabéns aos Diabo a Sete, culpados de pôr uma sala cheia a dançar e aos pulos (…) fui, adorei, prometo voltar!

24 de Junho de 2005
Site Porto Céltico
http://www.portoceltico.com
"Dos quintos da Beira Litoral, as diabruras da Música tradicional. Uma banda de Coimbra que promete atazanar os nossos ouvidos com as infernais odes das tradições portuguesas e que nos farão pecar de encanto e magia, porque é de Música Portuguesa que se trata. Deixe-se possuir pela música de todos nós. Demónios à solta com os Diabo a Sete."