os diabos concertos os discos Imprensa galeria blog myspace contactar

 

 

 

 

 

Imprensa

     

   

 

 

 
       Revista Interfolk

 

 

     
     

A Trompa

- 16 de Janeiro de 2008

Rui Dinis

Três meses e meio depois de ter dado por aqui a novidade, vi-me cercado por uma forte vontade de regressar aos Diabo a Sete e o seu álbum de estreia “Parainfernália”. Não é já sequer um segredo, que a música tradicional portuguesa passa por um dos seus momentos mais luminosos; seja pelos que situam privilegiadamente no campo do fortalecimento das raízes tradicionais; seja pelos que se situam no campo da reinvenção, do cruzamento de géneros e formas - árdua, mas estimulante tarefa esta última.

Num ano que já conhecera a nova e interessante proposta dos Chuchurumel (”Posta Restante”, Edição de Autor, 2007), Diabo a Sete faz uma transição tranquila e equilibrada entre estas duas posturas - por coincidência - ou não, é a sanfona de Julieta Silva que se cruza nos dois projectos.

Na verdade, “Parainfernália” marca a estreia dos Diabo a Sete de uma forma fulgurante. Grupo de Coimbra formado em 2003, composto por Pedro Damasceno (concertina, flautas, bandolim e cavaquinho), Julieta Silva (voz, sanfona e concertina), Luísa Correia (viola), Celso Bento (flautas e percussões), Miguel Cardina (percussões), Eduardo Murta (baixo) e Hugo Natal da Luz, como músico convidado, os Diabo a Sete produziram um disco de uma simplicidade absolutamente genial; de uma criatividade sentida nos pequenos pormenores e no uso equilibrado dos variadíssimos instrumentos. É da beleza dos arranjos, da leveza e singeleza que lhe são inerentes, que brota parte da magia de “Parainfernália”. Sem renegar influências, o sexteto de Coimbra parte para um belo disco; um disco de descoberta, onde o folk, se cruza até com o rock, o reggae e outras sonoridades mais ou menos clássicas…sempre com aquela naturalidade. E sempre com aquela voz.

Já o tinha dito antes e repito-o: “Diabo a Sete têm em “Parainfernália” uma experiência musical fantástica, uma viagem apaixonada pelos recantos da música popular, tradicional, portuguesa ou do mundo; do antigamente, do hoje, sempre em fusão. Num esforço de reinvenção constante“. Pela forma como partindo da folk nacional, o grupo se espraie pelo país musical, pelos recantos sonoros deste rectângulo, ora puxando de alguns temas do cancioneiro popular, ora puxando de alguns dos seus originais, e se reinventa, é com estrondo que nos deixamos envolver, com paixão, pelo ritmo e pela melodia destes Diabo a Sete.
Pelo prazer de reviver; pelo prazer crescer…

       

 

 

     
     

Revista VISÃO

- 3 de Janeiro de 2008

       

 

 

       

     

Sons Vadíos

- 21 de dezembro de 2007

SARA LOURAÇO VIDAL

Éco espírito endiañado que descubrimos a sonoridade do grupo portugués Diabo a Sete, no seu primeiro traballo discográfico Parainfernália, que eles propios definen como unha reinvención da música tradicional portuguesa.

Efectivamente, este sexteto de Coímbra presenta unha abordaxe bastante característica e un entendimento innovador no modo de recuperar as raíces musicais, transformándoas en melodías actuais e non simples memorias dun pasado, por veces, non moi distante.

As almas inquietas de Diabo a Sete pretenden ir máis lonxe e romper cos padróns estéticos máis puristas e clasicistas, compaxinando o tradicional e o folk co rock e o reggae, tanto a nivel dos arranxos, como dos instrumentos utilizados (do cava­quinho e da zanfona ao baixo eléctrico e á bateria), sen desvirtuar a beleza intrínseca das notas soltas polos cancioneiros populares de norte a sur do país: desde o Algarve ata Trás-os-Montes, pasando pola illa da Madeira.

Por outra banda, á parte deste traballo de recolla, os temas orixinais da agrupación tamén son unha constancia de natural encanto, denotando o coñecemento que os elementos de Diabo a Sete teñen sobre a música étnica e a influencia que outros recoñecidos músicos exercen sobre eles, como por exemplo Brigada VÍctor Jara ou Júlio Pereira. O certo é que, actualmente, se confirman como un dos grupos máis prolíferos no panorama musical portugués, conquistando público e crítica. Ademais, podemos considerar que este disco é o responder a unha necesidade sentida nos concertos de perpetuar a súa enerxía, especialmente após á participación no concurso Eurofolk 2006 en Málaga, no cal marcaron presenza ata a final, gañando, así, maior proxección mediática, inclusivamente a nivel internacional. A expresión Diabo a Sete significa disparate e confusión, calquera cousa incontrolable, e conscientemente ou non, este grupo vai revolucionando o folk en Portugal, imune a todo o tipo de exorcismos e conxuros.

     

 

 

     

Emissão #50

- 20 Outubro 2007

50ª emissão do MULTIPISTAS - MÚSICAS DO MUNDO | Difundida no sábado, 20 de Outubro, entre as 17 e as 18 horas , na Rádio Urbana (Castelo Branco - 97.5 FM; Fundão, Covilhã e Guarda - 100.8 FM), vai de novo para o ar na quarta-feira, 24 de Outubro, entre as 21 e as 22 horas, sendo reposta três semanas depois (10 e 14 de Novembro) nos horários atrás indicados.

Os Diabo a Sete a abrirem a emissão com a “Dança dos Camafeus”, um dos temas vulcânicos que fazem parte da “Parainfernália”, álbum de estreia do grupo, lançado este ano, e onde é convidado o músico Hugo Natal da Luz. Surgidos em Coimbra em 2003, os Diabo a Sete dizem ser uma espécie de cozido à portuguesa, embora com menos couves e mais enchidos. Das adaptações do cancioneiro nacional aos originais de inspiração popular, eles procuram reinventar a música tradicional portuguesa tomando como referência principal formações como o GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e a Brigada Victor Jara. Caminhos escaldantes que depois se alargam a recantos acústicos endiabrados como o rock, o reggae, a música celta ou as danças europeias. Com percursos diferentes mas um gosto comum pela música étnica do seu país, Pedro Damasceno, Celso Bento, Eduardo Murta, Julieta Silva, Luísa Correia e Miguel Cardina misturam os sons da sanfona, da concertina, da flauta, da gaita-de-foles, do bandolim, do cavaquinho e da guitarra com os da bateria, das percussões e do baixo eléctrico. Um cruzamento entre o passado, o presente e o futuro, onde se reinventam ritmos, melodias e instrumentos de outros tempos. No dia 27 de Outubro, os Diabo a Sete vão estar na Mostra de Música Tradicional de Moreda de Aller, nas Astúrias (Espanha), e entre 19 e 25 de Novembro no Festival Juvenil Europeu de Ankara, na Turquia.

     

 

 

 

     
     

A Trompa

- 6 de Outubro de 2007

NOVIDADES|"Parainfernália" - Diabo a Sete

Somos uma espécie de cozido à portuguesa, com menos couve e muito mais enchidos..." (fonte: press-release) - misterioso e com graça.

Chama-se "Parainfernália" e marca a estreia dos Diabo a Sete - e que estreia, grupo de Coimbra formado em 2003 e composto por Pedro Damasceno (concertina, flautas, bandolim e cavaquinho), Julieta Silva (voz, sanfona e concertina), Luísa Correia (viola), Celso Bento (flautas e percussões), Miguel Cardina (percussões), Eduardo Murta (baixo) e Hugo Natal da Luz como músico convidado. Os artistas estão apresentados.

Depois e pelo que se pode já ouvir no MySpace, os Diabo a Sete têm em "Parainfernália" uma experiência musical fantástica, uma viagem apaixonada pelos recantos da música popular, tradicional, portuguesa ou do mundo; do antigamente, do hoje, sempre em fusão. Num esforço de reinvenção constante, movimento de ritmos e melodias incessante, "Parainfernália" parece ter algo de novo, de excitante...
...muito excitante.

       

 

 

     
     

Raízes e Antenas

António Pires

Júlio Pereira, Diabo a Sete e Stockholm Lisboa Project - As Viagens da Música Portuguesa

Uma nova fornada de discos portugueses ocupa hoje o - agora recuperado depois de uma intensa época de festivais - espaço de «crítica» discográfica do Raízes e Antenas: o novo álbum de Júlio Pereira e os álbuns de estreia dos Diabo a Sete (na foto) e do Stockholm Lisboa Project. Todos a porem a música portuguesa - de raízes variadas - em diálogo com outras músicas.

DIABO A SETE
«PARAINFERNÁLIA»
Açor/Megamúsica

É uma coincidência feliz falar do (lindíssimo!, diga-se desde já) álbum de estreia dos Diabo a Sete a seguir ao novo álbum de Júlio Pereira. E é-o porque Pereira é, sem dúvida, uma influência decisiva na música deste grupo de Coimbra: tanto no uso dos cordofones como na sua abordagem à música tradicional portuguesa e na sua abertura a outras músicas. Mas essa influência, se bem que importante, é apenas um dos elementos da música feita pelos Diabo a Sete. Partindo muitas vezes do cancioneiro popular (Madeira, Trás-os-Montes, Alentejo, Algarve...) mas aventurando-se também em muitos temas originais mas de inspiração tradicional - quase todos de Pedro Damasceno (o homem dos cordofones e da concertina) -, os Diabo a Sete seguem depois por inúmeros caminhos que tanto os levam ao rock como ao reggae como à chamada «música celta» como às «danças europeias», mas sempre com um bom-gosto, uma leveza, uma facilidade (no bom sentido da palavra, isto é, no sentido de «naturalidade») e uma beleza genuínos. Peças fundamentais no som do grupo são, para além dos instrumentos tocados por Damasceno, a voz e a sanfona de Julieta Silva (ela também dos Chuchurumel), a gaita-de-foles de Celso Bento e uma secção rítmica rara neste tipo de projectos: o baixo eléctrico de Eduardo Murta e a bateria de Miguel Cardina, que se remetem quase sempre a uma posição discreta mas fundamental para a coesão do resultado final. E se não destaco aqui um ou outro tema, a razão é simples: porque este é um álbum para ouvir do princípio ao fim, sem pontos mortos ou temas menos interessantes. Um álbum importante. (8/10)

       

 

 

     
     
     

 

 

   
   

Diário "As Beiras"

- 20 de Junho de 2007

Paulo Marques

“Parainfernália” de Diabo a Sete
Diabo a Sete é um projecto de paixões, que oscila entre a tradição popular e a música urbana. Amanhã apresentam o seu primeiro CD no Gil Vicente.

“Parainfernália” é o nome do primeiro disco dos Diabo a Sete. Mistura sons da tradição musical portuguesa com alguma modernidade. Nas palavras dos músicos, há aqui uma atitude estética de fusão entre a música popular, enquanto coisa viva, entenda-se, e as vivências contemporâneas e urbanas de cada um. Uma gravação que reflecte, afinal, o percurso e a idiossincrasia da banda: quatro anos a construir um espaço de arte muito próprio, em que o referencial de base se identifica com o território que grupos como o Gefac e a Brigada Victor Jara desbravaram
O resultado deste amor à música, devidamente (des)embrulhado, claro, é levado amanhã ao palco do Teatro de Gil Vicente. Trata-se de um concerto único, em que os doze temas de Parainfernália farão soltar os sons ternos e maduros da sanfona e da concertina, das flautas e da gaita-de-foles, do bandolim e do cavaquinho, das percussões e do baixo eléctrico. Por falar em percussões, registe-se que o espectáculo conta com um convidado-extra: os Rebimbomalho, grupo de bombos do Ateneu de Coimbra, numa espécie de
Quando criam, os Diabo a Sete são, basicamente, som. Quase sempre dispensam o canto, não obstante a voz sedosa de Julieta. “O Pedro [Damasceno] chega com temas instrumentalmente muito fortes”, justificam-se. Palavras para quê, então?

Desde 2003 que o projecto Diabo a Sete se cruza com a vida de outros tantos músicos. Alguns dos fundadores tinham, já, estado nos Borda-d’água, e ensaivam na Sé Nova, em espaço cedido pelos escuteiros. Outros passaram e formaram-se no GEFAC. Em 2004, entretanto, saíram uns e entraram outros. Depois, instalaram-se em plena Sé Velha, beneficiando do acolhimento dessa verdadeira casa de cultura que é, hoje, o Ateneu de Coimbra.

A actual composição da banda estabilizou-se, precisamente, nessa altura. São jovens. Cada um com a sua formação e com a sua profissão. Só a Julieta é música a tempo inteiro. Há um engenheiro e uma arquitecta, um operador de águas e um investigador universitário e até um jardineiro. Como convidado especial um físico, em fase adiantada de doutoramento. Como diz a Luísa, todos diferentes e todos igualmente apaixonados.
No ano passado, os Diabo a Sete envolveram-se numa aventura única, que os haveria de aproximar, de forma decisiva, do mercado discográfico. Foi em Málaga, no Sul de Espanha, onde a banda participou no festival Eurofolk’06, depois de ter ganho a eliminatória portuguesa. Foi na cidade andaluza que Emiliano Toste, produtor e proprietário da Editora Açor, conheceu os jovens conimbricenses e logo os convidou a gravarem. O resultado aí está.

   
   

23 de Junho de 2007

http://www.rodobalho.com

(Mais uma "primeira vez" do peixe. Publicamos o primeiro texto de opinião sobre um álbum. A nossa escolha para abertura é tendenciosa, estamos conscientes. Outras se seguirão. Fica o convite a todos os que queiram contribuir. Este é um espaço público).
Viu a luz do dia a esperada rodela "Parainfernália" com os sons dos Diabo a Sete. Esta é a nossa visão do que ouvimos.
Mas primeiro o objecto: Uma capa negra, nada ostensiva esconde um interior vermelho forte, puro, diabólico. A rodela propriamente dita, repete o conceito: Negro por fora, com o centro-coração vermelho-sangue. E o objecto dá mote ao que se ouve. Arrancam as melodias calmas dominadas pela flauta, que abre em solo o CD, e pela Sanfona. Para que ninguém receie ouvir, para que o cativo seja o ouvinte. Mas a energia, o calor do inferno em breve toma conta da melodia e explode a alegria que cruza os temas. Lá para o meio da audição já se recordaram as noites do Ateneu de Coimbra, o suor, o extase e o sorriso. Nessa altura começa-se a comprender, mesmo que sentado [ainda?] no sofá, a razão que levou alguém - uma noite - a recear que o chão desse mesmo Ateneu não resistisse a tantas almas dançantes.
É um trabalho de instrumentos-reis, com arranjos divinais, sobre temas tradicionais - que é isso que os diabos são mestres a fazer. Mas se os instrumentos são os soberanos ao longo do CD, a linda voz da Julieta é a digna rainha [ ou será princesa encantada?].
Não temam pecar, ouçam-no, devorem-no, comentem, não fiquem indiferentes, deixem que vos levem até ás mais profundas trevas ou mais altas montanhas. Porque se pecarem, esperem pelo último tema, um final em oração, para que as pazes com os Deuses fiquem feitas e continuemos empenhados participantes da nossa pátria que - na palavra do presidente do Ateneu - é a música tradicional.
Parabéns Diabos!!! Esta é uma obra demorada, mas pela qual a espera compensou.
Fica ali ao lado, no leitor de mp3, o "Diabos no corpo".

   

 

 

   

23 de Junho de 2006

Jornal "Público"
Maria João Lopes



“Sete diabos vão enfeitiçar a cidade”

São um bando deles - sete ao todo - e já há algum tempo têm percorrido vários locais para espalhar uma almejada maldição sobre a música portuguesa de raiz tradicional. Chamam-se Diabo a Sete e apareceram no início de 2003 em Coimbra com "vontade de tocar e reinventar a música portuguesa de raiz tradicional". Entretanto, já deram inúmeros concertos, desencaminharam santos, venceram desafios. Seita? Crença? "Acreditamos que os ritmos e melodias que tocamos e que ouvimos por todo o país, seja em recolhas, seja no labor musical de outros grupos, não são meros ecos de um passado mumificado. Traduzem, isso sim, uma forma de interpretar a riqueza musical do nosso país, feita de permanências, esquecimentos e cruzamentos fecundos com outras culturas", escrevem no blogue http://diaboasete.blogspot.com/. É música portuguesa. Música que afinal está viva, mesmo que - e já se disse isto de outras músicas - quem a ouça esteja condenado ao inferno. É a brincar. Os Diabo a Sete são os instigadores de um grande festim despretensioso. "Se o lustro que habitamos é aquilo a que se convencionou chamar música tradicional, não o fazemos, contudo, com o intuito de recuperar uma pretensa "pureza perdida" ou de tratar em termos de rigor "científico" as sonoridades e os instrumentos". O que eles fazem é trabalhar sobre "ritmos e sons já outrora esboçados" com o intuito de fazê-los "reviver", através das suas experiências e do "prazer" que sentem em tocar. "É com estes ingredientes que pretendemos agitar um caldeirão antigo e de lá extrair algo de novo."

   

 

 

   

22 de Junho de 2006

Programa de rádio “Sopa de Pedra”
Rádio Universitária do Algarve

Carlos Norton
 


(…) A outra banda foi talvez uma das maiores surpresas, por ser uma das bandas mais recentes e que nem todos conheciam e vieram precisamente de Coimbra e são os Diabo a Sete, (…)

   

 

 

   

Interfolk, nº31, 2006, p.42

Somos una especie de cocido a la portuguesa, con más o menos col y mucho más embutido". Surgen en 2003, en Coimbra con la voluntad de tocar y reinventar la música portuguesa de raíz tradicional. Sus ritmos y melodías son su propia siembra y también recogen la labor musical de otros grupos, sin ser el mero eco de un pasado momificado. No pretenden recuperar "la pureza perdida" ni tratar con rigor científico las sonoridades y los instrumentos. Es un grupo consistente, muy creativo y original.

   

 

 

   

20 de Junho de 2006

Site FolkMagazine | http://www.folkmagazine.info



“A revelação Diabo a Sete”

Feito o teste de som, ditou o sorteio que seria a banda de Coimbra, Diabo a Sete, a abrir as «hostilidades» e o ensemble de Julieta Silva, Pedro Damasceno e companhia fez questão de pôr o júri a «coçar» na cabeça logo de início. A banda conimbricense era dada à partida como a menos conhecida mas o projecto (folk a fugir para o rock) mostrou criatividade e consistência, com uma mão cheia de originais. O grupo, que raramente actua fora do Ateneu de Coimbra, tem mais que motivos para se mostrar, a partir de agora, e é grande candidato ao estatuto de banda revelação do ano em Portugal.

 

 

 

 

 

   

18 de Junho de 2006

Blogue Rodobalho | Oficina de danças tradicionais europeias
Post em http://rodobalho.blogspot.com

André Dias
 


São sete. Sete em palco, a endiabrar até que o público suplique pela paz de sete palmos de terra. Avisa-se já: este é um texto tendencioso, objectivamente tendencioso. Dou de fraco: sou fã dos diabos.
A forma que dão aos pedaços com origem por esse país fora, não respeita os preconcebidos, os pré-qualquer coisa. São sete, mas muitos mais são os anos que cada um e em conjunto escutaram, sentiram e reconstruíram as melodias que viajam por aí, pela voz [quantas vezes desafinada] de quem sente o que canta. Mas isto pouco importa. O bom é que subam a palco [se houver] e que meio mundo dance com os ritmos inebriantes, que nem um único pedaço de corpo fique indiferente aos sabores que nos oferecem os instrumentos e a voz da Julieta.
São sete, sem regras, com muitas tentações e sempre à espreita, como bons diabos da música que são!

   

 

 

   

11 de Junho de 2006

Blogue Santos da Casa – RUC
Post em http://santosdacasa.blogspot.com/

 

Os Diabo a Sete surgiram no início de 2003 em Coimbra e formaram-se a partir da vontade de tocar e reinventar a música portuguesa de raiz tradicional. Acreditando que os ritmos e melodias que tocam e ouvem não são meros ecos de um passado mumificado, este grupo traduz uma forma de interpretar a riqueza musical do nosso país, feita de permanências, esquecimentos e cruzamentos fecundos com outras culturas.

     

 

   

25 de Abril de 2006

Blogue Bala Perdida – Produtora Independente de Audiovisuais
Post em http://bala-perdida.blogspot.com
El Mariachi

 

Ontem, devido a motivos profissionais, a equipa da BP deslocou-se ao Ateneu para assistir e registrar para a posteridade o concerto dos Diabo a Sete. (…) Quanto ao concerto, foi mais uma celebração do poder do groove dos clássicos tugas, desde o zeca até coisas que não faço a mínima ideia (seria o Geronimo Jackson?), incitando a malta ao mosh pacífico e ao levantamento do punho até sangrar. (…)

   

 

 

   

28 de Novembro de 2005

Blogue Matarbustos
Post em http://matarbustos.blogspot.com/
Carlos Daniel Abrunheiro
 

 “Celebrar a cultura e a cidadania em Coimbra”. Parabéns aos Diabo a Sete, culpados de pôr uma sala cheia a dançar e aos pulos (…) fui, adorei, prometo voltar!

       

     

24 de Junho de 2005

Site Porto Céltico
http://www.portoceltico.com

 

"Dos quintos da Beira Litoral, as diabruras da Música tradicional. Uma banda de Coimbra que promete atazanar os nossos ouvidos com as infernais odes das tradições portuguesas e que nos farão pecar de encanto e magia, porque é de Música Portuguesa que se trata. Deixe-se possuir pela música de todos nós. Demónios à solta com os Diabo a Sete."