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A Trompa -
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de Janeiro de 2008 Rui Dinis
Num ano que já conhecera a nova e interessante proposta dos Chuchurumel (”Posta Restante”, Edição de Autor, 2007), Diabo a Sete faz uma transição tranquila e equilibrada entre estas duas posturas - por coincidência - ou não, é a sanfona de Julieta Silva que se cruza nos dois projectos.
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Sons Vadíos - 21
de dezembro de 2007 SARA LOURAÇO VIDAL
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Emissão #50 - 20 Outubro 2007
Os Diabo a Sete a abrirem a emissão com a “Dança dos Camafeus”, um dos temas vulcânicos que fazem parte da “Parainfernália”, álbum de estreia do grupo, lançado este ano, e onde é convidado o músico Hugo Natal da Luz. Surgidos em Coimbra em 2003, os Diabo a Sete dizem ser uma espécie de cozido à portuguesa, embora com menos couves e mais enchidos. Das adaptações do cancioneiro nacional aos originais de inspiração popular, eles procuram reinventar a música tradicional portuguesa tomando como referência principal formações como o GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e a Brigada Victor Jara. Caminhos escaldantes que depois se alargam a recantos acústicos endiabrados como o rock, o reggae, a música celta ou as danças europeias. Com percursos diferentes mas um gosto comum pela música étnica do seu país, Pedro Damasceno, Celso Bento, Eduardo Murta, Julieta Silva, Luísa Correia e Miguel Cardina misturam os sons da sanfona, da concertina, da flauta, da gaita-de-foles, do bandolim, do cavaquinho e da guitarra com os da bateria, das percussões e do baixo eléctrico. Um cruzamento entre o passado, o presente e o futuro, onde se reinventam ritmos, melodias e instrumentos de outros tempos. No dia 27 de Outubro, os Diabo a Sete vão estar na Mostra de Música Tradicional de Moreda de Aller, nas Astúrias (Espanha), e entre 19 e 25 de Novembro no Festival Juvenil Europeu de Ankara, na Turquia. |
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6 de Outubro de 2007 NOVIDADES|"Parainfernália" - Diabo a Sete
"Somos uma espécie de cozido à
portuguesa, com menos couve e muito mais enchidos..." (fonte:
press-release) - misterioso e com graça. |
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26 Setembro de 2007
Uma nova fornada de discos portugueses ocupa hoje o - agora recuperado depois de uma intensa época de festivais - espaço de «crítica» discográfica do Raízes e Antenas: o novo álbum de Júlio Pereira e os álbuns de estreia dos Diabo a Sete (na foto) e do Stockholm Lisboa Project. Todos a porem a música portuguesa - de raízes variadas - em diálogo com outras músicas.
DIABO A SETE É uma coincidência feliz falar do (lindíssimo!, diga-se desde já) álbum de estreia dos Diabo a Sete a seguir ao novo álbum de Júlio Pereira. E é-o porque Pereira é, sem dúvida, uma influência decisiva na música deste grupo de Coimbra: tanto no uso dos cordofones como na sua abordagem à música tradicional portuguesa e na sua abertura a outras músicas. Mas essa influência, se bem que importante, é apenas um dos elementos da música feita pelos Diabo a Sete. Partindo muitas vezes do cancioneiro popular (Madeira, Trás-os-Montes, Alentejo, Algarve...) mas aventurando-se também em muitos temas originais mas de inspiração tradicional - quase todos de Pedro Damasceno (o homem dos cordofones e da concertina) -, os Diabo a Sete seguem depois por inúmeros caminhos que tanto os levam ao rock como ao reggae como à chamada «música celta» como às «danças europeias», mas sempre com um bom-gosto, uma leveza, uma facilidade (no bom sentido da palavra, isto é, no sentido de «naturalidade») e uma beleza genuínos. Peças fundamentais no som do grupo são, para além dos instrumentos tocados por Damasceno, a voz e a sanfona de Julieta Silva (ela também dos Chuchurumel), a gaita-de-foles de Celso Bento e uma secção rítmica rara neste tipo de projectos: o baixo eléctrico de Eduardo Murta e a bateria de Miguel Cardina, que se remetem quase sempre a uma posição discreta mas fundamental para a coesão do resultado final. E se não destaco aqui um ou outro tema, a razão é simples: porque este é um álbum para ouvir do princípio ao fim, sem pontos mortos ou temas menos interessantes. Um álbum importante. (8/10) |
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20 de Junho de
2007
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23 de Junho de 2007 http://www.rodobalho.com |
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23 de Junho de 2006
Jornal "Público"
São um bando deles - sete ao todo - e já há algum tempo têm percorrido vários locais para espalhar uma almejada maldição sobre a música portuguesa de raiz tradicional. Chamam-se Diabo a Sete e apareceram no início de 2003 em Coimbra com "vontade de tocar e reinventar a música portuguesa de raiz tradicional". Entretanto, já deram inúmeros concertos, desencaminharam santos, venceram desafios. Seita? Crença? "Acreditamos que os ritmos e melodias que tocamos e que ouvimos por todo o país, seja em recolhas, seja no labor musical de outros grupos, não são meros ecos de um passado mumificado. Traduzem, isso sim, uma forma de interpretar a riqueza musical do nosso país, feita de permanências, esquecimentos e cruzamentos fecundos com outras culturas", escrevem no blogue http://diaboasete.blogspot.com/. É música portuguesa. Música que afinal está viva, mesmo que - e já se disse isto de outras músicas - quem a ouça esteja condenado ao inferno. É a brincar. Os Diabo a Sete são os instigadores de um grande festim despretensioso. "Se o lustro que habitamos é aquilo a que se convencionou chamar música tradicional, não o fazemos, contudo, com o intuito de recuperar uma pretensa "pureza perdida" ou de tratar em termos de rigor "científico" as sonoridades e os instrumentos". O que eles fazem é trabalhar sobre "ritmos e sons já outrora esboçados" com o intuito de fazê-los "reviver", através das suas experiências e do "prazer" que sentem em tocar. "É com estes ingredientes que pretendemos agitar um caldeirão antigo e de lá extrair algo de novo." |
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22 de Junho de 2006
Programa de rádio “Sopa de
Pedra”
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Interfolk, nº31, 2006, p.42 |
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20 de Junho de 2006 Site FolkMagazine | http://www.folkmagazine.info
Feito o teste de som, ditou o sorteio que seria a banda de Coimbra, Diabo a Sete, a abrir as «hostilidades» e o ensemble de Julieta Silva, Pedro Damasceno e companhia fez questão de pôr o júri a «coçar» na cabeça logo de início. A banda conimbricense era dada à partida como a menos conhecida mas o projecto (folk a fugir para o rock) mostrou criatividade e consistência, com uma mão cheia de originais. O grupo, que raramente actua fora do Ateneu de Coimbra, tem mais que motivos para se mostrar, a partir de agora, e é grande candidato ao estatuto de banda revelação do ano em Portugal. |
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18 de Junho de 2006 Blogue
Rodobalho | Oficina de danças tradicionais europeias
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11 de Junho de 2006
Blogue Santos da Casa
– RUC Os Diabo a Sete surgiram no início de 2003 em Coimbra e formaram-se a partir da vontade de tocar e reinventar a música portuguesa de raiz tradicional. Acreditando que os ritmos e melodias que tocam e ouvem não são meros ecos de um passado mumificado, este grupo traduz uma forma de interpretar a riqueza musical do nosso país, feita de permanências, esquecimentos e cruzamentos fecundos com outras culturas. |
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25 de Abril de 2006
Blogue Bala Perdida –
Produtora Independente de Audiovisuais Ontem, devido a motivos profissionais, a equipa da BP deslocou-se ao Ateneu para assistir e registrar para a posteridade o concerto dos Diabo a Sete. (…) Quanto ao concerto, foi mais uma celebração do poder do groove dos clássicos tugas, desde o zeca até coisas que não faço a mínima ideia (seria o Geronimo Jackson?), incitando a malta ao mosh pacífico e ao levantamento do punho até sangrar. (…) |
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28 de Novembro de 2005
Blogue Matarbustos
“Celebrar a cultura e a cidadania em Coimbra”. Parabéns aos Diabo a Sete, culpados de pôr uma sala cheia a dançar e aos pulos (…) fui, adorei, prometo voltar! |
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24 de Junho de 2005
Site Porto Céltico
"Dos quintos da Beira Litoral, as diabruras da Música tradicional. Uma banda de Coimbra que promete atazanar os nossos ouvidos com as infernais odes das tradições portuguesas e que nos farão pecar de encanto e magia, porque é de Música Portuguesa que se trata. Deixe-se possuir pela música de todos nós. Demónios à solta com os Diabo a Sete." |
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